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  • Edição 25ª da Revista Agropecuária Camrey

    Agosto é um mês emblemático para Camrey, principalmente neste ano, pois comemoramos 20 anos de empresa. São duas décadas de um trabalho em constante aprimoramento na produção de equipamentos para abatedouros, frigoríficos, entrepostos e supermercados. Para brindar a data, conquistamos novamente a certificação ISO 9001:2015, que significa uma melhor integração entre os setores e processos da empresa. Aproveito este editorial para agradecer a todos os clientes, fornecedores e colaboradores que ajudaram a nos posicionarmos entre as líderes no segmento de máquinas para indústria cárnea. Além de nosso aniversário, esta 25ª edição está repleta de novidades. A capa da edição traz a influência dos consumidores no mercado de carnes especiais. A globalização, que torna o público-consumidor cada vez mais exigente, resulta na produção cada vez maior de cortes não tradicionais, chamados de carnes especiais.São produtos provenientes de um sistema de produção de bovinos comuns, porém se diferenciam nas etapas do processo industrial. É agregado valor à carne através de fatores como a embalagem, o tipo de corte e a sua maturação, recebendo assim a característica de corte especial. Outra conquista a ser comemorada é a 8ª colocação do Brasil no ranking dos maiores produtores de alimento. Uma pesquisa realizada pelo portal “Governo do Brasil” revela que nossa agricultura familiar é de extrema importância para a economia do país. Em números, o faturamento do setor é de US$ 55,2 bilhões. Caso tivéssemos somente esse tipo de produção, mesmo assim faríamos parte dos maiores produtores de alimento do mundo e pontuaríamos no top 10 do agronegócio mundial. Esses são alguns destaques da edição. Boa leitura!
  • Edição 24ª da Revista Agropecuária Camrey

    CARNE DA VEZ A Rússia responde por 40% das exportações brasileiras de carne suína. Também nesse país, futebol e festa são sinônimos de churrasco. Apostando nos efeitos econômicos dessa combinação, Santa Catarina, único estado brasileiro com status de área livre de febre aftosa, sem vacinação, prepara-se para bater recordes de embarques da proteína, uma vez que as atenções estão voltadas para a Copa do Mundo de futebol. Eis o tema que levou a capa de nossa 24ª edição. No mercado nacional, um dos principais destaques do cardápio do brasileiro mudou de gênero. Isso mesmo! A maior parte da carne bovina consumida em 2017 foi a de vaca e não a de boi, como normalmente acontece. Segundo especialistas, os pecuaristas devem continuar enviando um número maior de fêmeas para a linha de abate se o preço do bezerro continuar pouco atrativo. Na agricultura, quando se trata de programas bemsucedidos de energia renovável, o Brasil é destaque. Em Lucas do Rio Verde/MT foi inaugurada a primeira operação de etanol produzido 100% a partir do milho. O investimento, quando operar em plena capacidade, deve moer um milhão de toneladas de milho por ano. Especula- se que, nos próximos anos, o Brasil pode ter 10 milhões de toneladas de milho destinadas à produção de etanol em usinas-flex ou das integralmente dedicadas aos cereais, pois outras matérias primas ricas em amido também podem ser usadas. Esses são alguns destaques da nossa edição. Desejo-lhes uma feliz Copa e um feliz Brasil, dentro e fora do campo.
  • Edição 23ª da Revista Agropecuária Camrey

    Enquanto a Inseminação Artificial (IA) regrediu de 7 milhões de doses para algo próximo de 1,4 milhão de doses, a IATF deu um salto de 140 mil doses para 11 milhões de doses. Passou de 1% das inseminações para 85% no ano passado. Trata-se do uso cada vez mais disseminado da IATF e da melhoria substantiva que a tecnologia reprodutiva tem propiciado ao rebanho brasileiro. Essa é a matéria de capa que nós preparamos para a edição de março da Revista Camrey. A Universidade Federal de Viçosa (MG) lançou nova edição das “Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos”, considerada uma das maiores referências para a agroindústria mundial na formulação de rações. Como não poderia deixar de ser, a terceira fase da “Operação Carne Fraca” – deflagrada pela primeira vez em março de 2017 – tem como alvo esquema de fraudes contra o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Para ajudar na fiscalização, o ministro assinou regulamento que redistribui o comando das operações nos estados. A intenção é traçar uma linha divisória entre a inspeção sanitária antes e depois das operações. Para reconquistar a credibilidade do setor, nossa entrevista especial debateu o Selo Agro+ Integridade, que foi lançado pelo governo federal em parceria com o Mapa. Só terá direto ao selo a empresa que tiver compromisso na implementação de políticas internas, procedimentos e regras anticorrupção (compliance). Enquanto veículo de comunicação, pretendemos ajudar na transparência e no fortalecimento do setor agropecuário, tão fundamental para nossa economia! Boa leitura!
  • Edição 22ª da Revista Agropecuária Camrey

    O potencial agroambiental do Brasil foi destaque no painel realizado em novembro, na Conferência das Partes para Mudança do Clima (COP 23), na Alemanha. Além de reconhecer os avanços significativo que já foram alcançados pelo país nos últimos anos em direção à sustentabilidade no campo, o mundo já começa a enxergar a capacidade brasileira de conciliar a produção agropecuária com a preservação do meio ambiente, contribuindo não apenas para baixa emissão de carbono, mas também para uma agricultura e pecuária de carbono negativo. Esse reconhecimento nos ajuda a agregar credibilidade à produção cárnea perante os países importadores. Sabe-se que, com um consumo interno mais fraco devido à má fase da economia nacional, as exportações têm sido extremamente importantes para os resultados da indústria de carne do país, impulsionando o setor a uma reação no mesmo ano dadeflagração da Operação Carne Fraca. No campo, nosso entrevistado especial da edição, Fabrício Juntolli, coordenador da CBAP, fala sobre a viabilização da tecnologia voltada à erradicação da pobreza rural. Aproximadamente 67% das propriedades agrícolas do Brasil usam algum tipo de tecnologia, seja na área de gestão dos negócios ou nas atividades de cultivo e colheita da produção. A questão agora é: como utilizá-la para acabar com a miserabilidade no setor? Esses são alguns destaques de nossa última edição do ano. Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações.
  • Edição 21ª da Revista Agropecuária Camrey

    Dono do PIB mais alto do país, o agronegócio tenta se equilibrar pelas rodovias brasileiras, mas o número de perdas do setor relacionadas às más condições das estradas nacionais prejudica o crescimento do país. Segundo pesquisa realizada pela Associação dos Criadores de Gado Mato Grosso, as perdas financeiras pelo transporte de bovinos que seguem para o abate podem chegar a R$ 154 por animal. De acordo com a entidade, as precárias condições das estradas contribuem para o aparecimento de contusões, perda de peso, estresse e até a morte do gado... Esse assunto sério mereceu a capa de nossa edição! Outro destaque de editoria é a entrevista com o ministro Blairo Maggi. Afinal, como está a reconstrução da defesa sanitária nacional? Fomos cobrá-lo sobre o que temos de concreto no “pacote” de mudanças e melhorias para a fiscalização agropecuária. Entrevistamos ainda Felipe Kleiman, especialista em Abate Kosher. A partir de julho de 2018, frigoríficos que exportam carne bovina para Israel serão obrigados a instalar um box rotativo para atender às exigências religiosas desse país. E a boa notícia para nossos leitores é a de que nossa carne bovina voltou a atravessar as fronteiras. Julho teve incremento de 22,9% nas exportações em relação ao mesmo mês de 2016. São muitos os destaques! Boa leitura!
  • Edição 20ª Revista Agropecuária Camrey

    Suinocultores comemoram recorde de exportação. Carne bovina segue reconquistando o mercado. Mesmo com a instabilidade causada por uma série de fatos e notícias sobre a carne brasileira, os suinocultores têm muito que comemorar. O setor registrou dois grandes recordes neste ano. O primeiro está relacionado ao aumento do número de abates no primeiro trimestre, o maior em 20 anos. O segundo é o da exportação de carne suína in natura, que superou em 1% o recorde histórico de 192,6 mil toneladas exportadas no primeiro quadrimestre do ano passado. Quanto à carne vermelha, a dinâmica do mercado do boi e das carnes está se reformulando, embora não haja uma direção definida neste momento. O presidente da Abrafrigo do Mato Grosso enxerga essa situação, sobretudo política, como uma oportunidade para pequenas e médias indústrias se fortalecerem. Atualmente o ramo é composto por mais de 50% pelas grandes indústrias. No que se refere à exportação de carne bovina, estamos em fase de reativação da credibilidade de alguns mercados; como os EUA, que suspenderam as importações da proteína. Para o representante da Abiec, a interrupção está ligada a uma questão contratual. O importador abrir um pedaço de carne e encontrar nela um abscesso, derivado de uma reação alérgica à vacina de febre aftosa, é motivo para interromper as compras. Entretanto, segundo especialistas, essa secreção não representa risco sanitário, de doença ou contaminação. A perspectiva é de que essas questões sejam esclarecidas e os Estados Unidos voltem a importar. Esta edição é especial, pois, além das empresas cárneas, circularemos na Tecnocarne em SP, uma das principais feiras do setor.