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  • Edição 22ª da Revista Agropecuária Camrey

    O potencial agroambiental do Brasil foi destaque no painel realizado em novembro, na Conferência das Partes para Mudança do Clima (COP 23), na Alemanha. Além de reconhecer os avanços significativo que já foram alcançados pelo país nos últimos anos em direção à sustentabilidade no campo, o mundo já começa a enxergar a capacidade brasileira de conciliar a produção agropecuária com a preservação do meio ambiente, contribuindo não apenas para baixa emissão de carbono, mas também para uma agricultura e pecuária de carbono negativo. Esse reconhecimento nos ajuda a agregar credibilidade à produção cárnea perante os países importadores. Sabe-se que, com um consumo interno mais fraco devido à má fase da economia nacional, as exportações têm sido extremamente importantes para os resultados da indústria de carne do país, impulsionando o setor a uma reação no mesmo ano dadeflagração da Operação Carne Fraca. No campo, nosso entrevistado especial da edição, Fabrício Juntolli, coordenador da CBAP, fala sobre a viabilização da tecnologia voltada à erradicação da pobreza rural. Aproximadamente 67% das propriedades agrícolas do Brasil usam algum tipo de tecnologia, seja na área de gestão dos negócios ou nas atividades de cultivo e colheita da produção. A questão agora é: como utilizá-la para acabar com a miserabilidade no setor? Esses são alguns destaques de nossa última edição do ano. Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações.
  • Edição 21ª da Revista Agropecuária Camrey

    Dono do PIB mais alto do país, o agronegócio tenta se equilibrar pelas rodovias brasileiras, mas o número de perdas do setor relacionadas às más condições das estradas nacionais prejudica o crescimento do país. Segundo pesquisa realizada pela Associação dos Criadores de Gado Mato Grosso, as perdas financeiras pelo transporte de bovinos que seguem para o abate podem chegar a R$ 154 por animal. De acordo com a entidade, as precárias condições das estradas contribuem para o aparecimento de contusões, perda de peso, estresse e até a morte do gado... Esse assunto sério mereceu a capa de nossa edição! Outro destaque de editoria é a entrevista com o ministro Blairo Maggi. Afinal, como está a reconstrução da defesa sanitária nacional? Fomos cobrá-lo sobre o que temos de concreto no “pacote” de mudanças e melhorias para a fiscalização agropecuária. Entrevistamos ainda Felipe Kleiman, especialista em Abate Kosher. A partir de julho de 2018, frigoríficos que exportam carne bovina para Israel serão obrigados a instalar um box rotativo para atender às exigências religiosas desse país. E a boa notícia para nossos leitores é a de que nossa carne bovina voltou a atravessar as fronteiras. Julho teve incremento de 22,9% nas exportações em relação ao mesmo mês de 2016. São muitos os destaques! Boa leitura!
  • Edição 20ª Revista Agropecuária Camrey

    Suinocultores comemoram recorde de exportação. Carne bovina segue reconquistando o mercado. Mesmo com a instabilidade causada por uma série de fatos e notícias sobre a carne brasileira, os suinocultores têm muito que comemorar. O setor registrou dois grandes recordes neste ano. O primeiro está relacionado ao aumento do número de abates no primeiro trimestre, o maior em 20 anos. O segundo é o da exportação de carne suína in natura, que superou em 1% o recorde histórico de 192,6 mil toneladas exportadas no primeiro quadrimestre do ano passado. Quanto à carne vermelha, a dinâmica do mercado do boi e das carnes está se reformulando, embora não haja uma direção definida neste momento. O presidente da Abrafrigo do Mato Grosso enxerga essa situação, sobretudo política, como uma oportunidade para pequenas e médias indústrias se fortalecerem. Atualmente o ramo é composto por mais de 50% pelas grandes indústrias. No que se refere à exportação de carne bovina, estamos em fase de reativação da credibilidade de alguns mercados; como os EUA, que suspenderam as importações da proteína. Para o representante da Abiec, a interrupção está ligada a uma questão contratual. O importador abrir um pedaço de carne e encontrar nela um abscesso, derivado de uma reação alérgica à vacina de febre aftosa, é motivo para interromper as compras. Entretanto, segundo especialistas, essa secreção não representa risco sanitário, de doença ou contaminação. A perspectiva é de que essas questões sejam esclarecidas e os Estados Unidos voltem a importar. Esta edição é especial, pois, além das empresas cárneas, circularemos na Tecnocarne em SP, uma das principais feiras do setor.
  • Edição 19ª Revista Agropecuária Camrey

    Fortalecimento da indústria cárnea é essencial para economia brasileira Chegamos à 19ª edição da Revista Agropecuária Camrey. Como não poderia deixar de ser, trouxemos as decorrências da “Operação Carne Fraca”, investigação necessária, mas que acabou por afetar toda a cadeia produtiva cárnea e trazer muitos impactos negativos para nossa economia. Os responsáveis pelas irregularidades foram punidos, entretanto não podemos nos esquecer de que este número corresponde a apenas 33 unidades frigoríficas. Num universo de 11 mil empresas, o percentual equivalente é de 0,3%. Para falar com propriedade sobre o tema, conversamos com o economista Osler Desouzart. Após a operação, mitos assombram o consumidor na hora da compra. A maioria está preocupada com a escolha da carne de boa qualidade. Para desvendá-los trouxemos uma matéria que irá auxiliar as pessoas a comprar a proteína. Medida importante do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) irá instituir um selo de qualidade para as empresas de processamento de proteína animal que atenderem aos padrões de qualidade exigidos por lei, outra segurança para o consumidor. Tema também relevante desta edição aborda a tecnologia. É inegável o avanço técnico e científico da produção animal brasileira nas últimas décadas. Atingimos patamares respeitáveis em todo o mundo. Somos referência em produtos, genética e conhecimento. Aqui, dei só uma pincelada sobre o que vem por aí. Boa leitura!
  • Edição 18ª - Revista Agropecuária Camrey

    O ano de 2017 inicia-se promissor para os suinocultores brasileiros. Só no mês de janeiro, foram exportadas 54,5 mil toneladas de carne suína, um aumento de 39%, comparado ao mesmo período de 2016. Nosso status sanitário e a qualidade dessa proteína têm conquistado a preferência de diversos mercados mundiais. Possuímos tecnologia e capacidade produtiva para expandir ainda mais as exportações. Para entender melhor as últimas evoluções do setor, entrevistamos o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra. Ainda que as receitas das indústrias frigoríficas tenham caído nas cinco primeiras semanas do ano, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP), que mede o faturamento “da porteira pra dentro” na atividade agropecuária, deve crescer 2,76% em relação a 2016, com estimativa de faturamento de R$ 202,6 bilhões, diante do incremento da produção de carne, aves, suínos e leite. Nossa capa traz a técnica desenvolvida pela Embrapa para produção de embriões sem precisar sair do campo, a Tifoi (Transferência Intrafolicular de Ovócitos Imaturos), que possibilita aos criadores obterem um bezerro por semana a partir de uma única vaca. O Brasil é pioneiro na técnica. Nossa tradicional editoria sobre exportação mostra a União Europeia como um importante mercado na agenda estratégica da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) para este ano. Em pauta, a negociação sobre inclusão da carne bovina no acordo de livre comércio entre UE e Mercosul, dentre outras atividades. Estamos otimistas de que 2017 será um grande ano para o Agro!
  • Edição 17ª - Revista Agropecuária Camrey

    Chegamos à 17ª edição da Revista Agropecuária Camrey. E, como presente para nossos parceiros, expandimos a nossa distribuição e chegamos a mais empresas cárneas no Paraguai, Argentina, Uruguai, Venezuela e Colômbia. Além de, é claro, termos aumentado a nossa tiragem para mais frigoríficos do Brasil. Mas a abrangência não parou por aí. Nosso conteúdo, com base na agropecuária, cresceu para o agronegócio. Adentramos definitivamente no campo e nos conectamos com a melhor tecnologia para o seu desenvolvimento. Nesse viés, em uma matéria especial, mostramos que o Brasil ingressou na era das aceleradoras de startups do agronegócio. Esse movimento está apenas no começo, e há sinais claros de que os projetos que começam a brotar não serão casos isolados. O agronegócio surge, assim, como uma nova fronteira para o investimento em empresas de base tecnológica. Isso vai permitir um maior intercâmbio de experiências, conhecimento e, claro, o surgimento de mais negócios inovadores. Mas nenhum avanço tecnológico será bem-sucedido se não estiver acompanhado de uma boa gestão. Entrevistamos o vice -presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Dr. Assuero Veronez, sobre a importância da tecnologia e da gestão profissionalizada nas propriedades rurais para que o país evolua ainda mais e se torne o maior fornecedor de alimentos do mundo. E como entramos em exportação... Dono do segundo maior rebanho bovino efetivo do mundo, o Brasil está suprindo um quinto desta demanda consumida internacionalmente em mais de 180 países. Exportações de carne suína cresceram 38,1% em 2016... E os destaques não pararam por aí! Boa leitura!